Depois de ter escolhido o Brasil para sediar o Mundial de Futebol em 2014, a FIFA voltou a surpreender em mais duas outras oportunidades: as Copas de 2018 e 2022 serão disputadas, respectivamente, na Rússia e no Catar. Digo que foi surpresa porque o Leste Europeu e o Oriente Médio nunca abrigaram o Mundial de Futebol, evento tão cobiçado por tantos países. Vale lembrar que a Rússia venceu a Inglaterra, e as candidaturas duplas de Espanha/Portugal e Holanda/Bélgica. Já o Catar venceu os Estados Unidos, grande rival na disputa pela Copa de 2022.

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O que surpreendeu muita gente na escolha do Catar foram os seguintes fatos: a) trata-se de um pequeno país (menos da metade do Estado de Alagoas), de 1,6 milhão de habitantes. Todavia, lembremos: é o segundo maior PIB per capita do mundo, devido ao petróleo; b) as temperaturas no país durante o meio do ano (época do Mundial) ultrapassam os 40 graus, o que fez com que os dirigentes do país (que é uma monarquia) estejam prometendo estádios climatizados.

Segundo o wikipedia: ”

O Catar é um dos muitos novos emirados na Península Arábica. Depois de ser dominado pelos persas durante milhares de anos e, mais recentemente, pelo Bahrain, pelos turcos otomanos e pelos britânicos, o Catar transformou-se num país independente a 3 de Setembro de 1971. Ao contrário da maior parte dos emirados vizinhos, o Catar recusou tornar-se parte da Arábia Saudita ou dosEmirados Árabes Unidos.A descoberta de petróleo, com início na década de 1940, transformou por completo a economia da nação. Antes, o Catar era uma região pobre, dependente da pesca e das pérolas, com pobreza generalizada. Hoje, o país tem um nível de vida elevado e todas as amenidades de uma nação moderna”.

Abaixo, algumas fotos da capital, Doha, e dos estádios que serão construídos para a Copa de 2022. Dinheiro é que não vai faltar (há quem acuse este dinheiro de ter garantido alguns dos votos da FIFA).

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