No último feriadão estive em Florianópolis, a bela capital de Santa Catarina. Os três dias que passamos lá não foram suficientes para conhecer a ilha que, diga-se de passagem: é linda, enorme (mais de 70 km de norte a sul) e tem uma natureza extremamente bem conservada.

Como esta época não é mais verão, preferimos programas mais culturais e longe da praia. Apesar do pouco tempo em que estivemos em Floripa, dou algumas dicas do que fazer em um dia na cidade.

HOSPEDAGEM:

1 – A ilha, como disse, é enorme (isto me surpreendeu bastante). Isto faz com que existam vários núcleos ou bairros, relativamente independentes uns dos outros: centro, Lagoa da Conceição, praia dos Ingleses, Canasvieiras, Jurerê, etc. Se sua intenção é ficar perto da praia, saiba que você vai ficar “isolado” da parte mais urbana da cidade. É, guardadas as devidas proporções, como ir a Maceió, e ficar hospedado na praia do Francês.

Assim, como não estava no verão, preferimos ficar no centro. Na foto, abaixo, no lado direito, está o centro comercial da cidade, com atrações como o Mercado, a Catedral, etc. Fiquei próximo à Avenida Beira-Mar, no lado esquerdo da foto.

O hotel em que fiquei é o Blue Tree Towers. Excelente, quartos confortáveis, bem localizado, ótimo café da manhã e piscina na cobertura (você só vai querer usá-la no verão).

Vale lembrar que o citado hotel fica exatamente ao lado do Beira Mar Shopping, e neste há ótimas opções de compras, cinemas e restaurantes, como o Outback.

Do hotel também se consegue chegar rapidamente ao calçadão da Avenida Beira-Mar, onde os manezinhos (como são conhecidos os que vivem em Floripa) se exercitam. Assim, sugiro que antes de tomar um ótimo café da manhã, você comece o dia fazendo uma caminhada no calçadão.

2 – O QUE FAZER DURANTE O DIA?

Como ficamos em Floripa durante um fim de semana prolongado e era nossa primeira vez na cidade, optamos por um city-tour na ilha, que durou quase todo o dia (das 9 às 16 hs). Este tour serviu como reconhecimento da cidade e para nos dar vontade de voltar outras vezes. Das próximas, certamente alugaremos um carro, que facilita e muito os deslocamentos na ilha.

No city-tour, fizemos diversas paradas: a primeira foi na ponte Hercílio Luz, ainda fechada ao tráfego de carros, mas bem fotogênica.

Na parada seguinte, pudemos conhecer o centro comercial (o tempo foi muito pouco para este fim), em especial, o Mercado Público, com destaque para o concorrido Box 32.

Outra parada obrigatória é no Mirante da Lagoa da Conceição, cuja vista é linda.

Passamos pela própria Lagoa da Conceição. Na verdade, no meio da lagoa há uma rua por onde passam carros, com diversos restaurantes de frutos do mar.

Na sequência, fomos conhecer a famosa praia da Joaquina, reduto de fama internacional devido às boas ondas para o surf. Nesta praia, há belas dunas de areias. Impressionou-me como os catarinenses zelam pelo meio ambiente.

A parada para almoço foi na Lagoa da Barra, que o local onde há um canal que conecta as águas da lagoa ao Atlântico.

A Barra da Lagoa é um povoado de pescadores, logo, seus restaurantes são especializados em frutos do mar, em especial, peixe e camarão. Por falar neste último, o carro chefe da região é um prato chamado sequência de camarão, onde você pode experimentar camarão em quatro diferentes formas de preparo.

Seguindo em direção ao norte, alcançamos depois de algum tempo da estrada (quando fizemos uma siesta) as praias dos Ingleses, Canasvieiras e a elegante Jurerê Internacional, com casas de alto padrão. É aqui que, no verão, os muito ricos do Brasil e de outras partes do mundo costumam se reunir, para ouvir música eletrônica na praia, tomando garrafas de champanhe que chegam a custar R$ 8.000,00.

O QUE FAZER A NOITE

Quando há noite cai, há boas opções para jantar perto do hotel Blue Tree Towers, como o citado Outback. Há também restaurantes italianos, mexicanos e de outras especialidades nesta parte da cidade, próxima à Avenida Beira-Mar.

Para quem curte barzinhos, também há boas opções: fomos à Cervejaria Original (ao lado do hotel) e a barzinho descontraído chamado Churrasquim.

Outra região que recomendo é a que fica próxima à Lagoa da Conceição. É um point mais alternativo, mas que também reúne barzinhos e restaurantes. Comemos no Chef Fedoca, que tem ótimo peixes, como o côngrio. Uma delícia.

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