Tudo é relativo em viagens: o exemplo de Stonehenge

No sudoeste da Inglaterra, existe um conjunto de pedras alinhadas em forma de círculo que estão lá colocadas a milhares de anos. É o famoso monumento Stonehenge (eixo de pedra).

Apesar de se tratar de uma atração turística visitada por milhares de pessoas todos os anos, Stonehenge não desperta a atenção de qualquer turista.
Alguém que não tem muito interesse por história poderia perfeitamente perguntar e responder:
“-Você viajaria milhares de quilômetros para ver apenas um amontoado de pedras? Eu, jamais”.
Por sua vez, pessoas com interesse em astronomia, magia, misticismo, religião ou mesmo história fariam de tudo para passar horas diante deste famoso monumento.
No que diz respeito a viagens, tudo é relativo: o que pode interessar demais a alguns, pode não tocar o coração de outros.
Por isto há espaço para tantos tipos de turismo: ecoturismo, turismo religioso, turismo de praia, turismo de compras, turismo cultural, etc.
Cada um deve descobrir o que lhe chama a atenção e planejar suas viagens de acordo com suas predileções. É mais feliz aquele que tem interesse por várias coisas diferentes? Particularmente, eu acho que sim, mas certamente haverá quem diga: “Gosto apenas de viajar para ficar hospedado em resorts. Nem sequer saio para conhecer a cidade” Ou “Todos os anos vou a Disney, nunca quis ir à Europa”.

Ninguém está errado. Cada um gasta seu dinheiro da forma que mais gosta. Errado talvez seja investir em algo em relação a qual não se tem qualquer afinidade. Será? Talvez valha a pena tentar coisas novas.

Quantas dúvidas…Afinal, tudo é relativo em viagens.