Se você levar em consideração que as cidades alemães estão entre as mais bonitas, conservadas, cosmopolitas e estruturadas do mundo, imagine o que posso dizer de Heidelberg, uma das melhores cidades para se visitar na Alemanha.

Estive na cidade em 2003. Foram apenas 2 dias lá. Apesar de passados 10 anos e pouco tempo que tive para conhecer Heidelberg, esta cidade não me sai da memória e do coração, tanto que fiz questão de incluí-la, tão logo soube que iríamos à Alemanha em 2014, na próxima viagem cultural.

Motivos para gostar tanto assim de Heidelberg? Certamente não faltam.

Primeiramente, uma cidade universitária, de porte médio (150 mil habitantes), cheia de vida, de animação, com intensa atividade cultural. Em segundo lugar, uma cidade ecologicamente exemplar, com muito verde ao redor.

Poderia citar ainda o belíssimo rio Neckar e suas lindas pontes: quando estive na cidade, no final da primavera e início do verão, já havia muito estudantes às margens verdejantes do rio, fazendo pique-niques, e outros em pequenos barcos, velejando.

Evidentemente, não poderia esquecer o maravilhoso centro histórico, com suas casinhas típicas, praças, palácios e igrejas. A parte histórica de Heidelberg, com quase mil anos de história, é um retrato fiel da Idade Média, tamanha a sua conservação.

E o que dizer do Castelo, situado no alto da colina? De lá de cima, tem-se uma incrível vista da cidade, pode apostar.

Abaixo: a ponte velha (Alte Brücke) e o Castelo (Schloss)

Nas três fotos abaixo, o panorama de Heidelberg no por do sol, a noite e ao raiar do dia.

Mapa da cidade:

O rio, a ponte, o castelo…símbolos da cidade.

A cidade no verão

A cidade na primavera

Casario medieval da cidade

Combinação perfeita entre o meio ambiente natural e a intervenção humana

Outra atração de Heidelberg é sua famosa universidade. Fundada em 1386, a Universidade de Heidelberg é, não só a mais antiga da Alemanha, mas a que tem a melhor colocação, dentre as alemães, no ranking das principais universidades do mundo. Por esta universidade passaram cerca de 50 vencedores do Prêmio Nobel.