Ontem fui assistir “Pompéia“, mais uma super produção de Hollywood que certamente será recorde de bilheteria e que está baseada em uma grande tragédia da humanidade (tal como Titanic). Apesar do filme ser em 3D (o que para mim é negativo), confesso que gostei do que vi: como pano de fundo para mostrar a destruição de Pompéia pela erupção do Vesúvio, uma estória mais que rotineira de um casal formado por um plebeu (na verdade, escravo) e uma nobre (mais uma vez, a fórmula de Titanic).

Tenho que confessar também que gostei do filme porque há menos de 2 meses, estive em Pompéia. A cidade é assombrosamente o que mais de fantástico já vi em termos de ruínas do mundo antigo (e olhe que já estive em Atenas, Roma, Cairo, Istambul, Éfeso, Corintos, etc). Aproveitei minha passagem por Nápoles e fiz um tour de uma manhã em Pompéia (ou teria sido o contrário?). Ainda não fui a Machu Pichu (Peru), mas para a cidade antiga dos Incas superar (ou pelo menos igualar) Pompéia, pelo menos a impressão que tive dela, ela tem que ser exageradamente fabulosa.

Pompéia conserva suas inúmeras ruas, casas, prédios públicos, teatro, arena, prostíbulo, lojas, e tudo o que uma cidade antiga tinha. De forma maravilhosa, a cidade se manteve encoberta pelas cinzas e lamas vulcânicas durante mais de 1600 anos (exatamente 1669 anos, ou seja, de 79 d.C até  o ano 1748). Declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, até hoje está recebendo trabalhos de escavações. Calcula-se que mais de 2,5 milhões de turistas a visitam anualmente. O ingresso para conhecer Pompéia custa 11 euros (eita dinheiro bem investido!!!).

Fotos acima de minha autoria (ou de Waninha)

Ficheiro:Pompeii Garden of the Fugitives 02.jpg

Fugitivos de Pompéia

Localização de Pompéia

An image from the 2014 Pompeii feature film

aerialforum

pompeii

Antes e depois da erupção

Cartaz do filme